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Cientistas chineses criam plástico que se decompõe em água do mar

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Cientistas chineses desenvolveram um tipo de plástico que se decompõe em águas do mar, sem deixar resíduos, visando combater a poluição dos oceanos, informou a agência noticiosa oficial chinesa Xinhua.

A decomposição do material, composto por poliéster, em água marinha, pode demorar entre alguns dias a vários meses, gerando pequenas moléculas que não causam poluição, segundo Wang Gexia, engenheiro do Instituto Técnico de Física e Química da Academia Chinesa de Ciências, citado pela Xinhua.

“Durante muito tempo, as pessoas preocuparam-se com a contaminação do plástico apenas nos solos. A poluição dos mares apenas teve a atenção das pessoas nos últimos anos, com as notícias de animais marinhos mortos”, afirmou.

Os cientistas combinaram hidrólise não enzimática, dissolução na água e processos biodegradáveis para gerar o novo material.

FIFA E GUINNESS BOOK RECONHECEM FEITO DO D’AGOSTO

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A FIFA e o livro de recordes (Guinness book) reconheceram hoje o feito do Clube Desportivo 1° de Agosto por ser o único clube na historia do futebol a conquistar um campeonato sem ter marcado ou assinalado um penalty a seu favor, algo inédito desde a fundação da FIFA.

Este registo histórico do clube militar não passou ao lado do Guinness Book que o incluiu nos seus registos. O que está a deixar de boquiabertos tanto os dirigentes da FIFA, como os do Guinness Book, não é o facto do 1º de Agosto ter conquistado o Girabola sem ter marcado um golo de penalty, mas sim o de não ter sido assinalado nenhum penalty a seu favor durante toda a competição.

Com este feito o futebol angolano volta a estar novamente na ribalta do futebol Internacional.

Huíla: Arroz arrisca-se a estragar por falta de escoamento

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Empresário chinês têm licença de produção, mas não de comercialização

Mais de 300 toneladas de arroz arriscam a deteriorar-se no município da Matala no interior da província angolana da Huíla por dificuldades de escoamento.

O arroz produzido num projecto chinês que ocupa uma extensão de 500 hectares não pode ser escoado por falta de licença de comercialização.

O assunto deve levar nesta segunda-feira, 3, uma comissão multissectorial do Governo da Huíla ao município da Matala para avaliar a situação.

O empresário chinês, que se propôs arrancar com o projecto de produção do cereal e outras quantidades significativas de milh nunca remeteu às autoridades locais a solicitação de uma licença comercial.

A directora do Gabinete Provincial do Comércio, Indústria e Recursos Minerais, Paula Joaquim, diz que o Governo está preocupado com o problema e busca agora uma solução para inverter a situação.

“Não vamos deixar estragar uma grande quantidade de arroz e uma grande quantidade milho. Vamos correr atrás já fizemos contactos com o senhor administrador da Matala e ele disse-nos que era um projecto vocacionado a área agrícola, mas agora querem começar a fazer a venda do que produziram na fazenda agrícola. Nós temos que ver se é um estabelecimento podemos já licenciar aqui em uma semana nós tratamos o alvará comercial”, afirma Joaquim.

O economista Ndenga Mfumuansuka alerta que este problema de escoamento de produtos pode estar relacionado com o pouco relevo que se dá ao sector agrícola que devia ser a base para o desenvolvimento da economia.

“Sem este sector funcionar devidamente sempre teremos dificuldade se não encontrarmos uma saída de desenvolvermos a indústria local e a agricultura”, concluiu Mfumuansuka.

Gelson Dala marca golo da vitoria

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1º de Agosto tricampeão nacional

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O 1º de Agosto conquistou hoje o Campeonato Nacional de futebol da primeira divisão (Girabola2018), o terceiro consecutivo, ao vencer o Cuando Cubango FC, por 1-0, em jogo da última jornada.

O único golo da partida foi apontado por Jacques, ainda na primeira parte.

Os militares terminaram a prova com 57 pontos, contra 54 do Petro de Luanda, que empatou a um golo com o Sagrada Esperança da Lunda Norte.

Este é o 12º título no historial da formação do Rio Seco.

ENQUANTO A “VERDADE” NÃO VEM…

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Somos “malalimentados” (ou não), por verdades que perduram incomprovantes… enquanto que quem de renome ou atacado mantém-se impávido e sereno, alimentando de boca fechada as especulações… Somos “obrigados” a coscuvilhar as justas sentenças antes de libertarmos Barrabás porque quem de direito não informa ao pacato como deve ser.

Rola em patins nas redes sociais a informação em vídeo, porquê Jomo Fortunato, até então Responsável pelo Memorial António Agostinho Neto, foi exonerado. Em causa está, segundo o tal vídeo: A TRAIÇÃO PELA LUANDINA. Há cultos e culturas que não se compadecem com o etílico. A casa, segundo consta, não é da mãe Joana mas do pai Nguxi, que convenhamos, não é um Pai qualquer: É o tio-Pai que ajudou na nossa libertação das mãos dos nguetas, logo todo o respeito e consideração pela sua alma, que ali de certeza não paira, é plausível de respeito e consideração. Enquanto ninguém justificar, toda a especulação será sinônimo de verdade.

Mas agora assim questiono-me: Foi o cheiro da cerveja que irritou o colégio celestial que protege a alma perdida do saudoso presidente ou a inveja de quem não conseguiu colocar lá a sua marca cervejeira? Cerveja não faz mal a “ninguém” até porque o Mausoléu não é igreja. Se até os grandes campeonatos de futebol são sustentados por grandes marcas cervejeiras, nos campos e torneios de basquete, por cá, corpos são humedecidos por cerveja, será que publicitar em actos culturais venda de bebida e não venda de bebedeira, (é bom que se perceba isso) , é mau? Com consumo regulamentado não vejo problema algum.

Deve, eventualmente, haver outro problema adicionado a LUANDINA que desembocou na exoneração. Há quem diga, até, que foram actos pudicos feitos entre quatro paredes, onde a imoralidade encandeia a realidade escura e os tais “imorais dono do comando” mascaram-se de morais defendendo as imagens engravatadas e onde, até, leigos religiosos aconselham o aborto.

Enquanto a verdade não vem, Barrabás permanecerá culpado; enquanto a verdade não vem Judas sempre será o traidor…
Enquanto que ninguém mata a mentira mostrando a verdade, aquele moço vai assumido o filho que não é dele sem saber que é estéril.

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Hélio Taveira pede demissão da ZAP

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Depois de algum tempo a dar rosto no programa de maior audiência à tarde em companhia da também apresentadora de televisão, Stela de Carvalho, no Zap Viva, Hélio Taveira deixa o comando do programa Vivà Tarde.

Sem muitos detalhes, uma fonte próxima ao PLATINALINE destacou que os motivos do seu afastamento têm que ver com o novo desafio que Hélio pretende abraçar em breve. “Foi um acordo entre ambas partes. O apresentador do Vivà Tarde pediu demissão e a direcção da Zap aceitou.” Disse a fonte.

Ao PLATINALINE, Hélio confirmou o sucedido, acrescentando que nada tem a declarar de momento, numa fase em que o programa passará a ser apresentado unicamente por Stela de Carvalho.

Fonte- Platinaline

S.O.S. Habitat contra onda de demolições em Viana

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Há duas semanas que a Administração Municipal de Viana leva cabo uma série de demolições de residências e projectos habitacionais em quase toda a extensão da circunscrição, alegando que as construções estão a ser feitas em espaços destinados a infra-estruturas sociais do Estado.

As demolições não agradam a S.O.S. Habitat-Acção Solidária, cujo líder, André Augusto, acusa o Governo Provincial de Luanda e a Administração Municipal de Viana de violarem os direitos dos moradores. Mais a mais porque, na óptica desta organização não-governamental, estas instituições não têm soluções alternativas de alojamento para os lesados.

Nas negociações que mantivemos com as autoridades quando o assunto é demolições, sempre instámos para que o Estado não lese as famílias e que não é demolindo por demolir que o Estado assegura os seus próprios interesses, mas sim por via das melhores negociações possíveis. Mas, infelizmente, o que temos estado a observar é que o governo ignora sempre as negociações que é o primeiro papel social”, explicou o activista cívico, lembrando que a situação das demolições em Luanda é grave. Sobretudo em Viana onde há demolições diariamente sem alternativas para os cidadãos desalojados.

A S.O.S. Habitat não entende que os cidadãos recebam das municipalidades documentos que os autorizam a construir casas e projectos habitacionais, e agora são surpreendidos com demolições abusivas e selvagens, sob a alegação de que as construções dos populares foram erguidas ilegalmente em espaço pertencente ao Estado.

“Quem autorizou a construção e quem deu os documentos?”, questiona André Augusto, que não descarta a possibilidade de a S.O.S. Habitat abrir uma acção cívil na Procuradoria-Geral da República para repor a legalidade. Aquela organização não-governamental que acompanha os desalojamentos forçados no país diz que situações de violação dos direitos dos cidadãos em matéria habitacional continuam a ser um problema quer do anterior governo como do actual.

Fonte- Correio Angolense

Multichoice apresenta os vencedores do Talent Factory Academy

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A MultiChoice Africa, distribuidora de serviços de entretenimento audiovisual, apresentou nesta terça-feira, 28 de Agosto, os candidatos selecionados para o MultiChoice Talent Factory (MTF), uma iniciativa de investimento social pan-africana destinada a impulsionar e desenvolver as indústrias criativas em países do continente, com potencial económico demonstrado.

Os produtores independentes Leandro Lima e Emanuel Gonçalves são os vencedores nacionais do concurso que, na companhia de 60 jovens talentos africanos, irão beneficiar de uma formação de 12 meses, com início a 1 de Outubro de 2018. Esta formação tem lugar em três Academias MTF regionais situadas no Quénia, para os países da África Oriental, Nigéria, para os participantes da África Ocidental e Zâmbia, para países da África Austral.

“O Instituto Angolano de Cinema e Audiovisual tem a Multichoice Angola como parceira natural daquilo que o IACA tem como objecto, e em função disso, conhecendo a tradição da Multichoice, nós Angola não queremos estar na cauda deste processo. Acreditados que estes jovens selecionados são a fase embrionária deste ambicioso programa”, afirmou Afonso António, Director do Instituto angolano
de Cinema e Audiovisual (IACA).

Por seu lado, Eduardo Continentino, Director Geral da MultiChoice Angola apelou, durante a conferência de imprensa, à importância da multiplicação de conhecimento, o que considera fundamental para o sucesso e continuidade deste programa.

“Esse projecto não é simplesmente mais um produto que estamos a trazer. Acreditamos que seja uma semente importante para este mercado, que tem um potencial enorme. África é um celeiro natural de talento. Os africanos têm características de saber e gostar de contar histórias. Precisamos de profissionais que precisam saber fazer com que essas histórias sejam bem contadas na indústria
de conteúdos, dentro de um padrão internacional”, declarou Eduardo Continentino, Director Geral da MultiChoice Angola.

Leandro e Emanuel, que irão beneficiar de currículo abrangente da MTF com conhecimento teórico e experiência prática em cinematografia, edição e produção de áudio com foco no contar histórias, mostraram-se ansiosos por enquadrarem ao nosso contexto, o melhor que existe na indústria cinematográfica africana.

No decurso do programa, os estudantes irão produzir conteúdos cinematográficos e televisivos que serão transmitidos nos canais M-Net locais utilizando a plataforma da MultiChoice, incluindo Africa Magic, Maisha Magic East, Maisha Magic Bongo, Zambezi Magic, M-Net e SuperSport.

Inscrições para MTF superam expectativas

As Academias da MultiChoice Talent Factory (MTF) receberam uma resposta satisfatória à campanha de candidaturas de um mês, que terminou a 5 de Julho.

Foram mais de 3100 inscrições de todo o continente.

“A resposta massiva que recebemos nos 13 mercados participantes na África Ocidental, Oriental e Austral indica que existe uma grande necessidade de um programa educacional abrangente da magnitude da MTF,” afirmou Eduardo Continentino. “Este resultado ilustra que os criadores africanos emergentes estão
ansiosos por promover a sua educação pós-escolar, e melhorar as suas competências e experiência na indústria, mas nem sempre apresentam disponibilidade financeira para seguirem as suas paixões,” acrescentou.

Embora a MTF já conte com o apoio de partes interessadas públicas e privadas, como governos e organizações criativas, esta iniciativa está aberta a colaboração com outros participantes do sector do entretenimento, a fim de impulsionar as indústrias criativas de África para se tornarem potências económicas vibrantes.