Início Site Página 10

Já pagou o IPU?

0

Ainda não pagou o Imposto Predial (IP). Conheça o Prazo de Liquidação e Pagamento.

Os moradores do Kilamba estão abrangidos para o pagamento deste imposto.Entao saiba que se encontra em curso o período de liquidação e pagamento do Imposto Predial (IP), que decorre de Janeiro a Março de 2026

A Administração Tributária apela aos contribuintes para que efectuem o pagamento voluntário dentro do prazo legal, para se evitar  filas e constrangimentos de última hora.

Referir ainda que cumprir com as obrigações fiscais é um acto de cidadania que contribui para o desenvolvimento do país.

info@ KilambaNews.com

Endrick deixa o Real Madrid por empréstimo

0

A decisão de Endrick de deixar o Real Madrid por empréstimo em janeiro não foi motivada por frustração de curto prazo, mas sim por um planejamento de longo prazo. Após chegar à França, o atacante brasileiro explicou que uma conversa pessoal com o técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, o ajudou a esclarecer o próximo passo no seu desenvolvimento.

Orientação além do futebol de clubes

Endrick foi oficialmente apresentado pelo Lyon nesta segunda-feira, encerrando semanas de incerteza sobre seu futuro imediato. Sob o comando do novo técnico do Real Madrid, Xabi Alonso, ele disputou apenas uma partida na La Liga e uma na Liga dos Campeões nesta temporada.

Embora o Real tenha aprovado sua saída temporária, Endrick afirmou que os conselhos mais influentes vieram de Ancelotti, que recentemente assumiu a seleção brasileira. Segundo o jogador, a conversa entre os dois girou mais em torno de desenvolvimento e preparação do que em esperar por oportunidades.

“Sim, falei com o Carlo sobre isso. Ele me deu instruções sobre o que eu poderia fazer, no que precisava melhorar, e isso realmente me tocou”, disse Endrick em sua apresentação, segundo a AFP.

Principal Data Center do país com inauguração prevista para Fevereiro

0

Localizado no município da Camama, em Luanda, o mais novo e principal Data Center do Governo, que servirá de grande suporte para o país inteiro, beneficiando também o sector privado, tem a sua inauguração prevista para Fevereiro de 2026

Segundo dados do Executivo, este Data Center vai permitir o lançamento da Nuvem Nacional de Angola, a qual começa a funcionar mesmo no início do próximo ano. O principal Centro de Dados de Angola vai juntar-se aos vários construídos com investimento privado.

É um Data Center modular composto por 12 contentores com ca-pacidade para 28 racks (estrutura de suporte metálica) cada, que estarão disponíveis para o uso por parte do Executivo. Trata-se da construção de uma infra-estrutura diferenciada, quer da parte da construção do Data Center, quer do Cloud (Nuvem Nacional).

Com impactos directos na economia nacional, os centros de dados atraem investimentos, criam empregos e garantem que as informações fiquem mais próximas, reduzindo custos de conectividade.

Ladrão de “faróis” apanhado no Kilamba

0

O ano de 2026, só vai no seu quinto dia e os assaltos as viaturas, já vão manchando as estatísticas de criminalidade no município do Kilamba.

Na última madrugada aconteceu mais uma onde assaltos pelos quarteirões do Kilamba, o grito de socorro veio de um morador do quarteirão C, que pela manhã encontrou a sua viatura sem os longos…

Entretanto a polícia local, informou que durante a madrugada, foi pego em flagrante, delito um cidadão a furtar acessórios de viaturas (Farois). Todos os lesados devem portanto fazer uma participação junto do piquete, para reaverem os seus bens.

info@kilambanews.com

VENEZUELA: A LÓGICA DA NORMALIZAÇÃO DA LEI DO MAIS FORTE E A LIÇÃO PARA ANGOLA

0

A história política recente da Venezuela, desde a ascensão de Hugo Chávez até a presidência de Nicolás Maduro, não pode ser lida como uma simples sucessão de governos. Trata-se, antes, de um confronto estrutural entre dois projectos de mundo: de um lado, a afirmação da soberania nacional, do controlo estatal dos recursos estratégicos e da autodeterminação dos povos; do outro, a lógica da hegemonia, da intervenção e da subordinação periférica aos interesses das grandes potências.

*Por: Joaquim Jaime*

Este embate, distante de ser exclusivamente venezuelano, é expressão de uma disputa global que atravessa a América Latina, África e partes da Ásia — regiões historicamente marcadas pela dependência económica e pela ingerência externa.

A eleição de Hugo Chávez em 1998 representou uma rutura profunda com o sistema político herdado do Pacto de Punto Fijo, que durante décadas garantiu estabilidade formal à custa de exclusão social, corrupção e subordinação económica. O Caracazo de 1989, reprimido com violência extrema, revelou o esgotamento desse modelo e abriu caminho para uma alternativa de carácter nacional popular.

Com a Constituição de 1999, Chávez refundou o Estado venezuelano, consagrando direitos sociais, democracia participativa e, sobretudo, a soberania sobre os recursos naturais, em particular o petróleo. Esta decisão foi o verdadeiro ponto de não retorno. Ao recuperar o controlo da PDVSA (empresa nacional de petróleo e gás, a semelhança da Sonangol) e direcionar a renda petrolífera para políticas sociais, a Venezuela rompeu com a lógica rentista subordinada aos interesses externos.

A reação não tardou. O golpe de Estado de 2002, seguido da sabotagem petrolífera, demonstrou que a soberania, quando levada a sério, tem custos elevados. A derrota do golpe consolidou o chavismo e radicalizou o seu projecto, transformou a Venezuela num símbolo de resistência ao unipolarismo norte americano.

Durante o ciclo de altos preços do petróleo, Chávez utilizou o excedente económico para promover inclusão social interna e construir alianças internacionais soberanas, como a ALBA e o Petrocaribe. Ao estreitar relações com a China, Rússia, Irão e Cuba, a Venezuela passou a integrar o campo das nações que contestam a ordem internacional assimétrica.

Este posicionamento teve um significado geopolítico claro: nenhum país que desafie frontalmente a hegemonia pode esperar neutralidade das potências dominantes. A Venezuela deixou de ser apenas um produtor de petróleo para se tornar um actor político incómodo.

A morte de Hugo Chávez, em 2013, marcou o início de uma nova fase. Nicolás Maduro herdou o poder num contexto radicalmente mais adverso, sem o capital simbólico do líder fundador e enfrentando a queda abrupta dos preços do petróleo a partir de 2014.

É neste período que o confronto assume a forma de guerra híbrida: sanções económicas, bloqueios financeiros, isolamento diplomático e tentativas explícitas de mudança de regime. As dificuldades económicas reais — escassez, inflação e recessão — foram amplificadas por um cerco externo que visava estrangular o Estado venezuelano e provocar o colapso político.

A autoproclamação de Juan Guaidó em 2019, com reconhecimento imediato por Washington e aliados, revelou a disposição das potências ocidentais de substituir a soberania popular por soluções tuteladas externamente. O fracasso dessa estratégia não levou à sua revisão, mas à sua intensificação.

A escalada militar recente, culminando em ataques directos e na alegada captura do presidente Nicolás Maduro, representa o ponto mais grave deste confronto desde 2002. Independentemente das narrativas justificativas, trata se de uma violação frontal do princípio da soberania nacional, pilar do direito internacional e da convivência entre Estados.

Aceitar que uma potência estrangeira possa capturar um chefe de Estado sem mandato internacional é normalizar a lei do mais forte e abrir um precedente que ameaça todos os países do Sul Global. Hoje é a Venezuela; amanhã poderá ser qualquer nação que ouse controlar os seus recursos ou escolher alianças fora do eixo dominante.

A trajectória da Venezuela ensina uma lição dura, mas clara: a soberania não é tolerada quando colide com interesses estratégicos globais. Países ricos em recursos naturais que optam por projectos nacionais autónomos tornam se alvos prioritários de pressão económica, política e, em última instância, militar.

Mais do que julgar governos ou líderes específicos, o essencial é compreender a lógica estrutural em curso. O debate real não é sobre Chávez ou Maduro, mas sobre o direito dos povos de decidirem o seu próprio destino sem tutela externa.

Defender a soberania venezuelana é, portanto, defender um princípio universal: o de que nenhum país deve ser punido por tentar controlar o seu futuro. Para nações como Angola e outras do Sul Global, esta realidade não é abstrata — é um alerta estratégico.

A experiência brasileira nas últimas duas décadas oferece um estudo de caso complementar à Venezuela, demonstrando que a pressão contra projectos soberanos não se manifesta apenas por via militar ou por sanções explícitas, mas também através de mecanismos institucionais, jurídicos e mediáticos.

Durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva (2003–2010), o Brasil afirmou-se como potência emergente com política externa soberana, fortalecimento do Estado, valorização dos recursos estratégicos e protagonismo no Sul Global. A criação e consolidação dos BRICS, a política de integração sul-americana e africana, e o reforço do papel da Petrobras como empresa estratégica colocaram o Brasil numa rota de maior autonomia internacional.

Tal como na Venezuela de Chávez, o crescimento económico e a inclusão social no Brasil coexistiram com a incomodidade das elites internas associadas a interesses externos. O país passou a disputar espaço geopolítico, industrial e energético num sistema internacional avesso à autonomia periférica.

A deposição da presidente Dilma Rousseff em 2016, sob o pretexto formal de irregularidades orçamentais sem crime de responsabilidade, é amplamente interpretada como um golpe institucional. Diferentemente da Venezuela, onde a pressão assumiu formas abertas e coercivas, no Brasil a soberania foi atacada por meios aparentemente legais.

O impeachment ocorreu num contexto marcado por descoberta do pré-sal, uma das maiores reservas petrolíferas do mundo; debates sobre o controlo estatal e o destino estratégico dessas reservas; operação Lava Jato, que, embora necessária no combate à corrupção, foi instrumentalizada para desorganizar o sector energético nacional e fragilizar empresas estratégicas.

O resultado foi uma rápida reversão de políticas soberanas: abertura acelerada do sector petrolífero, enfraquecimento da Petrobras, alinhamento automático com interesses externos e perda de margem de manobra da política externa brasileira.

A posterior perseguição judicial de Lula, culminando na sua prisão e impedimento eleitoral, aprofundou a leitura de que o problema não era a corrupção em si, mas o projecto político soberano. A anulação posterior das condenações confirmou o carácter político do processo.

O regresso de Lula ao poder simboliza a tentativa de reconstrução da soberania brasileira, enfrentando um cenário internacional mais hostil e uma economia mais fragilizada. O Brasil reencontra-se, assim, no mesmo dilema estrutural da Venezuela e de Angola: como exercer soberania num sistema global que penaliza a autonomia.

Para Angola, a trajectória venezuelana não é distante nem abstrata. Ambos os países partilham economias fortemente dependentes do petróleo, histórias de luta pela soberania nacional e relações complexas com o sistema financeiro e político internacional. Tal como na Venezuela, o petróleo angolano sempre foi simultaneamente fonte de emancipação e de vulnerabilidade.

A experiência venezuelana demonstra que o controlo soberano dos recursos naturais é condição necessária, mas não suficiente, para o desenvolvimento autónomo. Quando esse controlo colide com interesses externos, surgem mecanismos de pressão que vão desde sanções explícitas até formas mais subtis de condicionamento financeiro, endividamento e imposição de agendas económicas.

Em Angola, a questão da dívida pública, a dependência de financiamento externo e a exposição às flutuações do mercado petrolífero colocam desafios semelhantes. A história recente mostra que a soberania económica não se perde apenas por via militar, mas também através de restrições orçamentais, condicionalismos financeiros e limitações à política económica nacional.

Assim como a Venezuela foi alvo de sanções e isolamento, países africanos ricos em recursos enfrentam pressões para alinhar decisões estratégicas — desde concessões petrolíferas até opções diplomáticas — com interesses externos. A diferença está nos métodos, não na lógica.

O caso venezuelano reforça uma lição central para Angola: diversificar a economia não é apenas uma meta de desenvolvimento, mas uma exigência de soberania. Reduzir a dependência do petróleo, fortalecer a produção nacional, aprofundar a integração regional africana e gerir a dívida com visão estratégica são elementos-chave para evitar vulnerabilidades estruturais.

O actual contexto internacional definido pela transição para a multipolaridade, Angola deve aprender que a soberania se constrói tanto no plano político quanto no económico e financeiro. A defesa da autodeterminação exige capacidade interna, coesão nacional e margem de manobra estratégica.

A história contemporânea da Venezuela não deve ser lida apenas como um caso latino-americano, mas como um alerta estratégico para o Sul Global. Entre petróleo, soberania e pressão externa, revela-se uma constante: países que procuram controlar o seu destino enfrentam resistência sistémica.

Para Angola, o essencial não é replicar modelos, mas compreender a lógica estrutural do sistema internacional. Defender a soberania venezuelana, no plano dos princípios, é também defender o direito de Angola — e de África — a decidir o seu próprio caminho, sem tutela externa.

Neste mundo em transformação, a soberania continua a ser um projecto em construção. E a sua defesa exige lucidez histórica, coragem política e estratégia económica de longo prazo.

São dois bebês do ano no Kilamba

0

Sanguila José de 25 anos de idade e Marisa Dias Monteiro de 35 anos, são as Mães que deram a luz aos Primeiros bebés do ano 2026 no Município do Kilamba.

O Administrador Municipal do Kilamba, Arlindo Francisco Vieira dos Santos, na ronda que efectuou ao centro de saúde de referência, procedeu a entrega de kits de enxoval a mãe do primeiro bebé do ano, incluindo a mãe do segundo bebé que nasceu a 1h07 minutos, e de seguida aproveitou a ocasião para desejar as famílias festas felizes e um ano novo cheio de prosperidade.

MÓNICA: UMA MORTE ESTRANHA EM PLENA CENTRALIDADE DO KILAMBA

0

Uma situação grave, dolorosa e envolta em silêncio oficial marca a morte de Mónica, ocorrida em dezembro de 2025, em Luanda. O caso levanta sérias suspeitas sobre a atuação das autoridades, o funcionamento da morgue e a violação de direitos básicos da família da vítima.

Uma morte ocorrida em plena centralidade do Kilamba, uma das zonas mais habitadas e vigiadas de Luanda, está a gerar indignação, medo e um rastro de perguntas sem resposta. Mónica, jovem cidadã angolana, morreu no dia 18 de dezembro de 2025, em circunstâncias até hoje não esclarecidas. Mais de uma semana depois, a família ainda não sabe oficialmente como, porquê, nem onde o corpo da vítima foi enterrado.

Segundo informações posteriormente transmitidas à família, Mónica teria sido morta no dia 18 de dezembro e deu entrada na Morgue Geral de Luanda Josina Machel, conhecida como Maria Pia, no dia 19 de dezembro de 2025. No entanto, o que torna o caso ainda mais perturbador é o facto de o seu enterro ter ocorrido no dia 22 de dezembro — sem o conhecimento, consentimento ou presença de qualquer familiar direto.

A família garante que nenhum membro foi informado do falecimento. Apenas no dia 24 de dezembro, indivíduos que se identificaram como agentes do SIC da esquadra 51 do Kilamba, acompanhados por uma amiga da falecida, deslocaram-se à residência do pai de Mónica para comunicar a morte da filha. Na ocasião, deixaram um papel onde constava que o corpo se encontrava na morgue do Maria Pia, na câmara 1, para efeitos de identificação.

Quando os familiares se dirigiram à morgue, depararam-se com uma situação ainda mais chocante: o corpo de Mónica não se encontrava no local. Apenas uma fotografia da falecida foi apresentada. Posteriormente, os familiares foram orientados a dirigir-se à esquadra onde teria sido feita a primeira denúncia, mas até à data não houve qualquer esclarecimento concreto, nem informação sobre a localização do corpo.

Enquanto o silêncio oficial persiste, circulam versões contraditórias sobre o que realmente aconteceu. Uma das versões aponta que Mónica teria passado mal após consumir quizaca (sakamadesso), preparada pela patroa de uma amiga com quem trabalhava no Kilamba. Outra versão, mais grave, sugere a possibilidade de violência, assalto ou agressão, alegadamente por Mónica ter recusado entregar algo que lhe teria sido exigido.

Há ainda informações não desmentidas de que Mónica estaria grávida de aproximadamente um mês, o que, caso se confirme, agrava significativamente a gravidade do caso e levanta novas exigências legais e criminais quanto à investigação da sua morte.

Até ao momento, a família vive num limbo institucional. Não existe causa oficial da morte, não se sabe quem autorizou o enterro, não se conhece o local exato onde o corpo foi sepultado e nenhuma explicação formal foi prestada pelas autoridades competentes.

Segundo relatos atribuídos a funcionários da própria morgue, o enterro de Mónica teria ocorrido por ordem do Governo Municipal de Luanda, com base numa autorização que, alegadamente, lhes conferia esse direito. Esta informação, no entanto, nunca foi formalmente documentada ou apresentada à família.

O caso levanta sérias dúvidas e profunda indignação. É incompreensível e inaceitável que uma pessoa que deu entrada numa morgue no dia 19 de dezembro seja enterrada no dia 22, sem identificação familiar, sem notificação oficial e num prazo tão curto — sobretudo quando se trata de uma morte potencialmente violenta.

Até à presente data, a família de Mónica afirma que:

Não recebeu qualquer comunicação oficial do hospital ou das autoridades;

Não conhece a causa oficial da morte;

Não sabe quem autorizou formalmente o enterro;

Não sabe onde se encontra o corpo da falecida.

Diante deste cenário, a família exige esclarecimentos urgentes, a identificação do local onde o corpo foi enterrado, a entrega da documentação oficial do óbito e a abertura de uma investigação séria, transparente e imparcial, capaz de apurar responsabilidades e repor a verdade.

O caso Mónica expõe, mais uma vez, fragilidades profundas no sistema de investigação criminal, comunicação institucional e respeito pelos direitos das famílias em Angola. Enquanto o silêncio prevalecer, a dor aumenta — e a justiça continua ausente.

Fonte: Rádio Cassimiro

Haverá lançamento de fogo de artifício hoje no Kilamba

0

Através de um comunicado que a redação do KilambaNews teve  acesso a Administração Municipal do Kilamba, informa ao público em geral, que será realizado Lançamento de Fogos de Artifícios hoje (31) durante a passagem de ano o período referido, no largo adjacente ao quarteirão F. Centralidade do Kilamba.

A iniciativa visa proporcionar um momento festivo, confraternização, união e renovação da esperança entre os munícipes, observando desde já as regras de segurança, o bem-estar da população e a protecção do meio ambiente, em conformidade com as normas pré-estabelecidas.

Assim sendo, a Administração Municipal do Kilamba apela à prudência, compreensão, serenidade e colaboração de todos os munícipes e visitantes da Centralidade, lamentando com antecedência quaisquer eventuais transtornos que poderá surgir no decorrer da actividade, e reafirma o seu compromisso com a segurança, a ordem pública e o bem-estar social.

info@kilambanews.com

Sonho terminou para Angola

0

A selecção angolana de futebol masculino ficou definitivamente afastada do Campeonato Africano das Nações que decorre em Marrocos.

Angola empatou sem golos frente ao Egipto na terceira e derradeira jornada da fase de grupos do CAN, mas ainda podia alcançar o apuramento para os oitavos-de-final.

Para chegar aos oitavos, os angolanos precisavam de ser um dos quatro melhores terceiros, em seis grupos.

Se no Grupo A, os Comores com dois pontos, como Angola, ficaram atrás devido à diferença de golos, no Grupo C, foi o contrário que aconteceu.

Nos jogos do dia, a Nigéria venceu o Uganda por 3-1, enquanto a Tunísia empatou a uma bola frente à Tanzânia, e foi esse golo que fez a diferença.

Na tabela classificativa no Grupo C, a Nigéria terminou no primeiro lugar com nove pontos, à frente da Tunísia com quatro, da Tanzânia com dois e do Uganda com dois.

No entanto, a Tanzânia termina à frente de Angola na luta pelos melhores terceiros, porque, apesar da diferença ser igual (-1), o segundo critério de desempate são os golos apontados e nesse aspecto, a Tanzânia marcou três enquanto Angola apenas dois.

Recorde-se que neste CAN-2025, Angola, que integrava o Grupo B, perdeu por 2-1 frente à África do Sul, e empatou diante do Egipto (0-0) e frente ao Zimbabué (1-1).

A caminhada dos Palancas Negras termina na fase de grupos.

Funcionários da Administração Municipal do Kilamba de volta ao trabalho

0

A Administração Municipal do Kilamba, registou nesta Segunda-feira, 29 de Dezembro, uma presença massiva de funcionários nos postos de trabalho, após o feriado prolongado do dia de Natal.

A normalidade no funcionamento da instituição foi registada pelos Municípes que acorreram aos vários Gabinetes e Direcções para tratarem de assuntos de vosso interesse.

Com esta prontidão, a Administração Municipal do Kilamba, parabeniza a dedicação, empenho e entrega dos funcionários e apela a manutenção do compromisso para com o serviço público.

info@kilambanews.com