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Colisão entre veículo automóvel e motorizada resulta em mortes

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Dois cidadãos de nacionalidade angolana perderam a vida em consequência de um acidente rodoviário, caracterizado por colisão frontal entre veículo e motociclo, ocorrido domingo (15) na rua Comandante Gika do município do Kilamba, concretamente nas imediações da loja PEP.

A inobservância do código de estrada circular em sentido contrário é apontada como a presumível causa do sinistro.

Info@kilambanews.com

Sicasal reabre fábrica após encomenda de Angola

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A Sicasal, indústria de carnes localizada no concelho de Mafra, em Portugal retomou esta semana a produção fabril com cerca de 70 dos 250 trabalhadores, apesar de ter sido declarada insolvente pelo Tribunal da Comarca Lisboa Oeste em 06 de janeiro.

Um adiantamento de um cliente, angolano por conta de uma encomenda de produto que começou a ser processado nas instalações de Vila Franca do Rosário, concelho de Mafra, permitiu retomar a produção na Sicasal após uma paragem de cerca de quatro meses.

Desde que em 11 de fevereiro a fábrica voltou a funcionar, a Sicasal está a produzir e a embalar salsichas e chouriços para exportação, destinadas ao mercado angolano, por conta do cliente Asli.

info@kilambanews.com

Ninguém aguenta o Futebol Club XK do Kilamba

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O Futebol XK do Kilamba, continua invicto no provincial sub 15 de futebol, ao derrotar hoje Guelson futebol club por 2-1 em casa.

Com esta vitória o XK do Kilamba, pretende atingir a segunda divisão do futebol nacional, e pretende dar continuidade na formação de novos talentos, tirando desta forma os jovens da delinquência.

info@kilambanews.com

 

Rede de esgotos tira o “sono” do administrador do Kilamba

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O Administrador Municipal do Kilamba, Arlindo Francisco Vieira dos Santos, acompanhou, recentemente, os trabalhos de manutenção da rede de esgotos no Quarteirão A da Centralidade do Kilamba, uma intervenção realizada com o apoio da Unidade Técnica de Gestão do Saneamento de Luanda (UTGSL) e da Brigada Ambiental da Administração Municipal do Kilamba.

Durante a visita, o Administrador manteve contacto directo com os munícipes do referido quarteirão, ocasião em que assegurou que estão a ser envidados todos os esforços no sentido de se encontrar uma solução célere e eficaz para a situação registada.

Na mesma oportunidade, Arlindo Francisco Vieira dos Santos agradeceu o apoio, a colaboração e o espírito de cidadania demonstrados pelos moradores, sublinhando que o envolvimento activo da comunidade é determinante para o sucesso das acções desenvolvidas, reforçando o princípio de que juntos somos mais fortes.

info@kilambanews.com

 

Ministro da Agricultura promete “dificultar” importação de carne

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O ministro da Agricultura e Florestas, Isaac dos Anjos, prometeu, recentemente, em Benguela, à margem da inauguração da fábrica de transformação de tomate e frutas, criar, progressivamente, dificuldades à importação de carnes, designadamente de porco, avicultura, bovino e outras, de modo a fomentar a produção interna desses produtos, dado que o país, pelas potencialidades em termos infra-estruturais, dispõe de condições para dar resposta ao consumo interno. Governante rejeita cenário de substituição.

O ministro Isaac dos Anjos admitiu que o caminho a ser trilhado, doravante, é o da produção nacional, não havendo, na perspectiva dele, espaço para a importação de produtos como as carnes, face às potencialidades do país. O governante garantiu, num contacto com a imprensa, que “vamos reduzir mesmo a importação.

Paciência é o caminho”, aponta o governante, que não tem interesse em discutir sobre “substituição das importações”, mas prefere acenar para a produção, que é, para já, o principal desafio a que o Governo se propõe.

De acordo com Dos Anjos, não faz sentido “que você me ponha a produzir e, depois, querem que eu venda a um preço compatível com o preço do Brasil”, reprova, realçando que esse país latino-americano já leva 50 anos de produção de carne, com destaque para a avícola (frango), e por conseguinte, dispõe de uma indústria em desenvolvimento e, por isso, tem o preço mais barato do mundo.

A dimensão espiritual do Kilamba

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A primeira centralidade do país o Kilamba, está envolvida, num grande MISTÉRIO espiritual. Com cerca de 82 mil apartamentos em 710 edifícios, comercializados a partir de 2011, abrangendo tipologias T3 e T5, visando suprir a carência habitacional principalmente para a camada mais jovem da sociedade.

Ora vejamos o que ninguém diz ou o que ninguém sabe, ou tentam fingir, antes do início da construção deste mega projecto habitacional, pela CITIC que perdeu durante a mesma construção muitos trabalhadores angolanos e chineses que morreram por causa de vários acidentes de trabalho registados, já existia neste espaço, o cordão umbilical de muitos camponeses que faziam do espaço através da produção agrícola, durante anos o seu ganha pão e sustento e será que foram devidamente compensados “indenizadas”?

Uma questão que fica no ar! e que gera até hoje o lamento e lágrimas diárias, nos corações de quem perdeu o seu espaço, para o surgimento do Kilamba, demonstrando na pratica o KARMA, de quem lá vive e reportam de forma triste os factos que acontecem na comunidade do Kilamba e podemos citar:
Número elevado de divórcios, consumo excessivo de álcool, drogas, prostituição, relações extraconjugais, acidentes de viação fatais, suicidios resultantes de depressão.

E em tom de brincadeira, um kamba disse-me, que a solução passaria apenas pelo “exorcismo” um ritual religioso, enraizado em várias culturas, para expulsar espíritos malignos ou demônios de uma pessoa, lugar ou objeto.

Mas atenção! o que ainda tem salvado a comunidade do Kilamba, são as orações dos crentes que nela vivem senão o cenário seria “sangrento” mais tenebroso, por conta de uma tal PRAGA, deixada pelas donas e donos dos terrenos que foram construídos estes edifícios lindos e muito invejados por quem não conseguiu um kubico no Kilamba e que agora através do tal trespasse ilegal, reafirmo ilegal, já está a rondar os 45 milhões e tal de kwanzas angolanos.
Mas quem por cá vive não adianta viver com medo, porque há uma solução que não falha. Orai e vigiai, Mateu 26:41.

Por: Almeida Marques

Fevereiro 2026

XK do Kilamba surra Estrela do Benfica

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KILAMBANEWS

Futebol XK do Kilamba, venceu hoje na 5 jornada do campeonato provincial de futebol Luanda sub 15 O Estrela do Benfica por 1-4 XK Kilamba.

Mantendo-se invicto na prova.

O próximo jogo será contra o Petro de Luanda na Academia Luther Rescova no KK5000, sábado dia 14/02, pelas 8 horas da manhã.

Quem é a nova Ministra da Educação

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Erika Linete Batalha de Carvalho Aires é Deputada à Assembleia Nacional desde 2022 e exerce actualmente o cargo de 2.ª Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do MPLA, destacando-se pelo seu percurso político, académico e institucional.

Doutoranda em Ciências Políticas e Relações Internacionais, é especialista em Política pelo ISCTE e mestre em Gestão e Políticas Públicas pela Universidade de Lisboa.

Possui uma sólida formação académica internacional, com seis pós-graduações e seis cursos de especialização nas áreas de comunicação, marketing político e campanhas eleitorais, realizados em instituições de referência como a George Washington University, a Universidade de Direito de Madrid e a Universidade Camilo José Cela, em Espanha.

Iniciou a sua carreira profissional como consultora na Comissão Nacional Eleitoral, tendo participado na preparação das Eleições Gerais de 2008.

Durante o período em que frequentava o mestrado em Lisboa, colaborou, entre 2009 e 2010, com o então Ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República.

De regresso a Angola, integrou o Ministério das Finanças e, posteriormente, passou a exercer funções no Gabinete de Quadros do Presidente da República, onde actuou como consultora, com intervenção directa na estratégia de implementação do Plano Nacional de Formação de Quadros.

No ensino superior, foi docente universitária na Universidade Agostinho Neto e na Universidade Lusíada, leccionando nas áreas de comunicação institucional, marketing, ciência política e opinião pública.

Com uma experiência consolidada em comunicação política, governação e desenvolvimento institucional, Erika Aires dedica-se igualmente à investigação científica sobre sistemas políticos, opinião pública e políticas públicas em Angola, percurso que sustenta a sua nomeação para o cargo de Ministra da Educação.

Fonte: Linkedin-Erika de Carvalho

Congo: Aos 82 anos, com 40 anos no poder, Denis Sassou Nguesso anuncia a sua candidatura às eleições presidenciais

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Apresentarei a minha candidatura às eleições presidenciais”, declarou Denis Sassou Nguesso, que aos 82 anos acumula mais de 40 anos no poder, perante uma multidão de vários milhares de pessoas em Ignié, no sul do país.

O movimento de que faz parte, o Partido Congolês do Trabalho – PCT, tinha designado, no final de dezembro, em congresso, Denis Sassou Nguesso como “candidato natural”.

As eleições, inicialmente previstas para 22 de março, realizar-se-ão a 15 de março.

A votação das forças de segurança terá lugar alguns dias antes da data oficial do sufrágio, para que estas possam garantir a ordem pública no dia da votação.

Denis Sassou Nguesso governou a República do Congo sob um regime de partido único entre 1979 e 1992, antes de ser derrotado nas primeiras eleições pluralistas por Pascal Lissouba.

Regressou ao poder em 1997, na sequência de uma guerra civil, tendo sido eleito em 2002 e reeleito em 2009.

Em 2015 alterou a Constituição para eliminar o limite de dois mandatos presidenciais e foi reeleito em 2016.

A arte de não fazer nada

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O que antes era visto como ócio ou marginalidade converte-se, assim, em engenhosidade urbana, desafiando as nossas ideias sobre trabalho, valor e sobrevivência.

A palavra “ócio” carrega uma reputação negativa. Costuma ser associada à preguiça, à inutilidade e ao atraso. No entanto, tal concepção é relativamente recente. Na Grécia Antiga, o ócio – scholé – correspondia ao tempo dedicado ao pensamento, à contemplação e à filosofia. Não se tratava do oposto do trabalho, mas da sua condição de possibilidade. Pensar exige tempo livre. Entre nós, esse significado ganhou uma nova representação linguística.

Não fazer absolutamente nada parece ser uma virtude. Ao longo dos anos, a cidade de Luanda tem testemunhado isso mesmo. Um novo estilo de vida: a arte de não fazer nada e, ainda assim, obter rendimentos. Esse fenómeno manifesta-se nos jovens que ocupam os espaços de estacionamento, nos lotadores de táxis, nos cambistas, entre angolanos e estrangeiros, no Mártires e, igualmente, nas proximidades de algumas repartições públicas, onde os intermediários interceptam os utentes antes mesmo de chegarem aos funcionários, passando a controlar as chamadas “soluções imediatas”.

Nas paragens, o aumento constante do número de lotadores revela mais do que um simples fenómeno urbano, uma lógica social em que a inactividade formal é, paradoxalmente, rentável. A ocupação de “não fazer nada” transformou-se em actividade marcada pelas disputas por passageiros e veículos, onde a habilidade de se posicionar rapidamente no espaço torna-se um capital valioso.

Por toda a cidade, observa-se a expansão dessa tendência, que transforma a ociosidade numa espécie de nova profissão. Aqui, o ócio converteu-se num privilégio raro. Em consequência, cresce entre uma parcela considerável da juventude a convicção de que é preferível viver do menor esforço possível e, ainda assim, acumular alguns trocados. À primeira oportunidade, o objectivo é claro: facturar, e facturar cada vez mais.

No centro urbano, muitos jovens, vivem nas ruas e nelas constroem modos de sobrevivência que desafiam a moral tradicional do trabalho. O espaço público, deixou de ser a via de passagem e converteu-se em arena social, onde se afirmam regras próprias e hierarquias implícitas.

Esse cenário incentiva outros a aderirem e revela uma transformação profunda. A concepção de trabalho e sucesso, antes associada ao esforço contínuo e à disciplina formal, dá lugar a uma lógica pragmática, em que a astúcia e a capacidade de ocupar o tempo e o espaço se tornam valores reconhecidos – e, por vezes, impostos.

O que antes era visto como ócio ou marginalidade converte-se, assim, em engenhosidade urbana, desafiando as nossas ideias sobre trabalho, valor e sobrevivência.

Por exemplo, em certas paragens da cidade, ao esperar um táxi, a bagagem não pode ser colocada no chão indiscriminadamente: ela tem dono. A cada dia surgem novos ofícios, moldados pela lógica da sobrevivência urbana. Vivemos na era do business. O esforço para trabalhar deixou de ser considerado uma virtude moral.

O ócio, paradoxalmente, transformou-se num distintivo de sucesso. Nesse cenário, facturar sem fazer quase nada é visto como sinal de esperteza e, não raras vezes, elevado à condição de estilo de vida.

Não se trata, aqui, de defender o ócio como profissão, mas de alertar para a sua manifestação enquanto forma de oportunismo ou fuga das responsabilidades. Muitos desses jovens poderiam ocupar espaços no campo, mas optam pela cidade. Isso nos leva a reconhecer que existe um tipo de “não fazer” capaz de produzir efeitos profundos, ainda que invisíveis.

 

Por: Norberto Carlos