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Multiusos do Kilamba terá novo “dono”

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O Ministério Angolano da Juventude e Desportos (MINJUD) colocou para concurso público o Multiusos Arena do Kilamba, cujo o obejctivo é tornar o recinto desportivo autossustentáveis.

Segundo o Director para as Infra-estruturas do MINJUD, Moisés Cabenda, informou que o concurso público decorre na modalidade de concessão de gestão e exploração.

De acordo ainda com que a redacção do KILAMBA 24 HORAS soube, além do multiusos da Cidade do Kilamba, vão ser postos também em concurso público  os estádios 11 de Novembro, em Luanda, Ombaka, na província de Benguela, Chiazi, em Cabinda, Tundavala, na província da Huíla, e os pavilhões da Palanca Negra, na província de Malanje e Welwitschia, no Namibe.

O Pavilhão Multiúsos de Luanda é um recinto público localizado no Kilamba, no municipio de Belas. A arena, com capacidade para 12.720 pessoas, foi construída para receber o Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins de 2013, na sua primeira edição em África.

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Unique Beverages entregou material de prevenção de covid-19 ao Ministério da Saúde

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A empresa angolana, Unique Beverages, efectou hoje em Luanda (8) a entrega de 1.200 unidades misturadas entre álcool etílico e álcool em gel o apoio surge das acções de responsabilidade social da empresa que desta forma apoia o Executivo na luta de prevenção ao COVID-19.

Na ocasiã, Lino Joel Director da Central de Compra e Aprovisionamento de Medicamentos e Meios Médicos de Angola CECOMA, manifestou o agradecimento em nome do ministério da saúde, ao gesto da empresa UNIQUE BEVERAGES, que “contribuiu assim com uma das grandes ferramentas que serve para a desinfestação das mãos dos médicos que estão na linha da frente no combate ao COVID 19 em Angola”.

Já o responsável de Marketing da UNIQUE BEVERAGES, Dario Santos, afirmou na ocasião que “às 1.200 unidades doadas tanto de álcool Etílico e álcool em gel é a melhor forma que  empresa encontrou no quadro da sua responsabilidade social para apoiar o executivo na luta contra o COVID-19 e este gesto, não vai ficar por aqui pretendemos levar ajuda também para às provinciais e para às zonas periféricas de Luanda”.

A pandemia do novo coronavírus (COVID-19), já afectou mais 117 países e já causou mais de 70 mil mortos em todo mundo. Em Angola, regista-se casos positivos da pandemia, dada a sua gravidade, complexidade, fácil transmissão e o facto de ainda não existir cura para este vírus, o Presidente da República, João Lourenço, pelos poderes que a Constituição lhe confere, decretou “Estado de Emergência” no País que vigora desde o dia 27 de Março e estende-se até ao dia 11 de Abril de 2020, data que pode ser prorrogada por um prazo de igual período.

Sobre a Unique Beverages

Unique Beverages, empresa de produção, engarrafamento e distribuição de bebidas alcoólicas e não alcoólicas que actua desde 2015, no mercado angolano. Em responsabilidade social, a Unique Beverages, actua nas seguintes áreas: Ambiente, Desporto, Cultutura e Saúde.

Vandalismo em equipamento elétrico avaliado em milhões de kwanzas

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Trinta e dois edifícios do Distrito Urbano do Kilamba, município de Belas, em Luanda, ficaram ontem privados do fornecimento de energia eléctrica, desde, por causa de actos de vandalismo perpetrados por elementos desconhecidos, situação está que a afectou 1940 famílias, estimadas em sete mil pessoas.

Para avaliar o impacto do acto de vandalismo, o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, na companhia do secretário de Estado da Energia e de altos funcionários do sector, deslocou-se, na manhã de ontem, àquela localidade para constatar a acção causada por alguns indivíduos desconhecidos.

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BOMBEIROS DO KILAMBA RECEBEM AMBULÂNCIA

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O Administrador do Distrito Urbano do Kilamba, Murtala Marta, presenciou nesta quinta-feira, 11, a entrega de uma viatura ambulância ao Comando Municipal Protecção Civil e Bombeiros de Belas (Centralidade do Kilamba).
A viatura, que vai servir para questões emergênciais, foi entregue pela Comandante Adjunta Provincial, Teresa Márcia.

O evento contou com a presença de várias entidades, nomeadamente delegado do ministério do interior e comandante municipal da polícia de Belas.

Quer sair de um grupo de WhatsApp? A opção que precisava está a caminho

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A app de mensagens adiantou estar a trabalhar em mais opções de privacidade.

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou na respetiva página de Facebook que serão lançadas novas funcionalidades de privacidade para o WhatsApp já este mês. Entre elas o destaque irá com certeza para a capacidade de sair de um grupo sem que os outros membros sejam notificados.

Atualmente, se alguém sair de um grupo aparecerá uma mensagem para os outros participantes da conversa – algo que deixará de acontecer por inteiro, uma vez que apenas serão notificados os administradores.

Será implementada outra funcionalidade que permitirá aos utilizadores alterar o estado e também a última vez que estiveram online para contactos individuais – o que confere um controlo mais granular às definições de privacidade da aplicação.

Além de tudo isto, o WhatsApp pretende adicionar uma nova funcionalidade capaz de bloquear capturas de ecrãs quando o utilizador está a visualizar mensagens efémeras.

EPAL com dificuldades de resolver rotura no Kilamba

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Moradores dos edifícios de dez andares, da Centralidade do Kilamba, estão privados de água há mais de um mês, devido a falta de meios técnicos da Empresa Provincial de Luanda(EPAL) para resolver problemas de rotura.

Face a esses problemas, os cidadãos dizem-se recorrer às casas de banho do centro comercial Xyami para usos pessoas.
“Muitos de nós recorremos ao Xyami para o uso das casas de banho públicas”, dizem os moradores da centralidade.

Em resposta a essas reclamações, a EPAL alega não ter meios técnicos, nem financeiros para alugar uma retroescavadora de modo a suprir rotura que faz jorrar água diariamente no quarteirão Z, condicionando a pressão suficiente para o fornecimento aos edifícios maiores.
A Centralidade do Kilamba está situada no município de Belas, albergando mais de 25 mil apartamentos.

UNITA diz que eleições não serão transparentes, MPLA afirma que partido da oposição tem medo da derrota

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Partido da oposição fala em “conjunto de justiças e violações”, MPLA responde dizendo que o partido “está a cumprir as regras”

A UNITA continua a reclamar pela não publicação das listas provisórias dos cidadãos eleitores e a presença de mortos no ficheiro de cidadãos maiores disponibilizado pela Comissão Nacional Eleitoral (CNE) e diz que, neste cenário, não há condições para eleições livres, justas e transparentes.

Em resposta, o MPLA afirma que o partido do “Galo Negro” tem medo da derrota.

O secretário nacional para os assuntos Eleitorais da UNITA, Faustino Mumbika, afirma que com o andamento deste processo eleitoral as eleições do dia 24 não poderão ser consideradas livres, justas e transparentes.

“Nos marcos dos princípios gerais universalmente aceites, infelizmente até onde estamos não se pode considerar que as nossas eleições sejam livres, justas e transparentes, estamos a ir aturando injustiças até chegar o seu tempo”, sustenta.

Sem avançar a estratégia do seu partido, Mumbika diz que ainda assim mantém a esperança para a inversão da situação.

Medo da derrota

“Estamos dentro da nossa estratégia e vamos ate onde poder”, conclui o secretário nacional do principal partido da oposição.

Em resposta, o porta-voz do MPLA, Rui Falcão, afirma que a UNITA teme a derrota no dia 24 de Agosto.

“O que está a preocupar a UNITA são as sondagens que andavam aí a fazer e vão perder mesmo”, garante Falcão, acrescentando que o seu partido trabalha dia e noite e não tem qualquer influência na CNE.

“A UNITA anda a rebentar com as nossas propagandas, acha que não temos motivos para chorar? Estamos a trabalhar muito. Nós não temos nenhuma interferência no processo, eu vou ganhar as eleições com o meu trabalho”, assegura o porta-voz do partido no poder.

Entretanto, o porta-voz da CNE, disse à VOA, que a sua instituição não comenta declarações feitas por qualquer partido político concorrente às eleições.

ELEIÇÕES 2022: MPLA Caça o voto no KILAMBA

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No âmbito do cumprimento da campanha eleitoral do MPLA a submissão da Juventude liderada por Laucio da Costa membro do Secretariado da Comissão Executiva do Partido em Belas, e coordenador da referida Sub-Comissão procedeu o início da campanha eleitoral a nivel do Município com a ação de aproximação ao eleitor, a mesma teve lugar nesta segunda-feira , 08/no Quarteirão F, Afecto ao Distrito Urbano do Kilamba.

A operação dos caçadores de votos contou com a presença dos 1° Secretários dos Distritos Urbanos e Comuna.

A Actividade teve como objectivo a divulgação do boletim de voto, bem como a posição número 8 onde consta a Bandeira do MPLA e a imagem do Presidente .

A delegação foi composta pelos membros do Secretariado Municipal da JMPLA e dos Distritos Urbanos.

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Crédito à habitação com poucos pedidos aprovados

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Dois meses após entrar em cena, o número de clientes que conseguiu crédito fica aquém das expectivas apresentadas no lançamento da linha de financiamento, tida como “salvadora” do sector imobiliário. A culpa é da falta de documentação e do valor dos imóveis, incompatível com a carteira das famílias.

A falta de cultura imobiliária está a condicionar a massificação do crédito imobiliário, ao abrigo do Aviso 9 do Banco Nacional de Angola (BNA). Dois meses depois da sua implementação, especialistas defendem mais atitude das partes envolvidas para que o processo ganhe dinâmica.

A ronda feita pelo Expansão junto dos principais bancos integrados nesta linha de crédito de 58 mil milhões Kz constatou a aprovação de poucos projectos, sobretudo a nível de clientes particulares. “Quase não temos projectos aprovados. O que se passa é que os clientes pedem explicações, mas poucos avançam. E os que avançam, poucos concluem”, disse fonte de um dos bancos contactados.

Este cenário está a ser vivido pela maioria dos bancos, que, apesar de reconhecerem a existência de negociações, admitem que as condições para a concessão do crédito limitam grande parte dos clientes. “É verdade que grande parte dos nossos clientes que solicitam informações constatam depois que não têm condições para aderir, sobretudo financeiras. Mas nós não podemos fazer nada, porque temos de garantir o retorno do financiamento”, disse outro bancário.

A Associação dos Profissionais Imobiliários de Angola (APIMA) aponta a falta de literacia financeira como um dos entraves ao crédito imobiliário. “Falta literacia imobiliária nos promotores, clientes e funcionários bancários. E isso prejudica o mercado que tarda a desenvolver-se”, considera Cleber Corrêa, presidente da APIMA .

Para este profissional do sector, os promotores têm feito pouco para assegurarem as garantias e junto da banca conseguirem financiamento. “O crédito exige garantias e os promotores não legalizam os terrenos, assim como a construção dos imóveis. Inclusive a Associação já reuniu com o Instituto de Planeamento e Gestão Urbana de Luanda para auxiliar na legalização, mas os promotores manifestam pouco interesse”, refere.

O preço dos imóveis é outra razão apontada para a fraca adesão ao crédito imobiliário, que pode financiar até 100 milhões de Kz por família. O rendimento dos clientes acaba por ser insuficiente para o valor dos imóveis em comercialização. A título de exemplo, uma família ou uma pessoa singular que pretende adquirir um imóvel no valor de 27 milhões Kz, tem de ter um rendimento mensal de 490 mil Kz. Por isso, a APIMA defende a necessidade de construção de habitações mais baratas e mais adequadas ao mercado nacional, para que os cidadãos possam ter acesso a esta linha de crédito. “Precisamos construir habitações mais baratas e isso vai permitir às pessoas com rendimentos mais baixos concorrerem ao crédito. Temos de ter produtos que vão de encontro ao salário das pessoas”, reforça Cleber Corrêa.

Fonte: Expansão

O “Mercador da Morte” ligado à UNITA e Moçambique

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Viktor Bout, o cidadão russo que poderá ser trocado pela basquetebolista Brittney Griner e o alegado espião Paul Whelan que cumprem penas de prisão na Rússia, é conhecido como o “Mercador da Morte”e foi um dos principais fornecedores de armas à UNITA durante a guerra civil em Angola no período posterior às fracassadas eleições de 1992.

Com efeito, aviões pertencentes a uma ou várias companhias de Viktor Bout foram vitais no transporte de todo o tipo de armas para a UNITA desde armas ligeiras, munições e carros blindados quando este movimento já não tinha apoio material dos Estados Unidos e África do Sul, havendo notícias que um desses contratos foi avaliado em 100 milhões de dólares.

Fluente em Português, Bout tem também ligações históricas remotas com Moçambique onde exerceu funções de tradutor militar da União Soviética trabalhando muito provavelmente para os serviços de inteligência militar soviéticos, GRU, algo que lhe tem merecido o apoio das autoridades russas desde a sua prisão nos Estados Unidos.

Viktor Bout encontra-se a cumprir uma pena de prisão de 25 anos nos Estados Unidos, onde foi condenado em 2011 por tráfico de armas para o movimento FARC da Colômbia, depois de ter sido preso na Tailândia numa operação americana usando falsos representantes daquele movimento rebelde.

As autoridades russas têm estado a pressionar pela sua libertação e na Rússia, Bout, de 55 anos de idade, é considerado um preso político e é tido como um herói pelos meios de informação estatais russos.

Isto deve-se provavelmente às suas ligações com a GRU (algo que ele sempre negou) e também pela sua amizade com Igor Sechin um dos aliados e conselheiros mais próximos do presidente Vladimir Putin com quem Bout estudou no Instituto de Línguas Estrangeiras das forças armadas soviéticas e com quem trabalhou em Moçambique.

Uma exibição de quadros por ele pintados na cadeia nos Estados Unidos foi organizada há alguns anos atrás em Moscovo com apoio das autoridades russas

Estudante de línguas

Fluente em português (uma das seis línguas que fala) Viktor Bout nasceu no Tajiquistão em 1967 então parte da União Soviética mas ficheiros dos serviços secretos sul-africanos indicam que Bout é na verdade de etnia ucraniana.

Quando cumpriu o serviço militar na então União Soviética, o futuro traficante de armas foi estudar para o Instituto Militar de Línguas Estrangeiras onde aprendeu várias línguas tornando-o fluente ou quase fluente em português, inglês, francês, árabe e farsi.

Bout continua a ser um amante da língua farsi que em entrevistas descreveu como a “língua do amor” e na cadeia tornou-se num estudioso da poesia farsi.

Foi nesse instituto em Moscovo que Bout conheceu Sechin com quem trabalhou em Moçambique nos anos de 1980. Sabe-se aliás que foi em Moçambique que ele conheceu a sua mulher também de nacionalidade russa com que se viria a casar em 1990.

Sechin viria anos mais tarde a tornar-se num aliado de Vladimir Putin na cidade de São Petersburgo tornando se num dos directores da companhia de petróleos Rosneft e hoje considerado uma das pessoas mais poderosas da Rússia.

Ironicamente Bout esteve também envolvido nas operações militares em Angola ao lado do governo do MPLA nos anos de 1980 embora se desconheçam pormenores concretos. Bout disse em entrevistas que esteve apenas “poucas semanas” em Angola.

Fim da União Soviética, início do negócio de armas

Quando a União Soviética entrou em colapso em 1991 Bout foi desmobilizado havendo informações diferentes sobre a patente com que deixou as forças armadas russas e sobre uma graduação de oficial dentro dos serviços de inteligência militar a GRU.

Fixando-se na Bulgária Viktor Bout iniciou a a sua carreira como empresário de transportes aéreos formando a Air Cess com três aviões que segundo um livro sobre a sua vida “Merchant of Death” lhe foram dados pela GRU que ficava com partes dos lucros das suas actividades.

Os aviões de Bout começaram por transportar bens de consumo para países africanos e também transportes do Senegal para países vizinhos.

O seu primeiro negócio de transporte de armas envolveu o Afeganistão.

Mais tarde o seu primeiro contacto com a UNITA foi para o transporte de alimentos, mas o seu negócio de transporte de armas para o movimento angolano expandiu atingindo os 100 milhões de dólares, sendo o principal ponto de partida a cidade de Burgas na Bulgária.

Bout disse ter conhecido o primeiro presidente da UNITA Jonas Savimbi, que descreveu como “carismático”.

Armas foram também transportadas para o Togo e Zaire mas uma investigação da ONU concluiu que os certificados de destino das armas (end use certificates) eram falsos, pelo que se presume que essas armas foram entregues a outros destinatários.

Paradoxalmente Bout disse que transportou também armas para o governo angolano.

Bout esteve por algum tempo baseado na Africa do Sul em Johannesburg onde os seus aviões usavam uma pista de aterragem na cidade de Pietersburg e chegou a controlar 30 companhias diferentes, muitas das quais se pensa terem sido apenas empresas de fachada.

O seu negócio abrangeu o aluguer de aviões a diversos países africanos incluindo a Líbia.

O seu negócio expandiu estimando-se que possuía trinta aviões de transporte a operarem para diversas partes de África e para os mais diversos clientes, incluindo o Ruanda e também no transporte de tropas no leste do Congo e Somália.

Em 2008 Viktor Bout foi preso na Tailândia numa operação americana quando negociava a venda de armas para agentes americanos que ele pensava serem representantes da FARC.

CARROS DE MARCA ANGOLANA PEGADO LANÇADO NO KILAMBA 

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CARROS DE MARCA ANGOLANA PEGADO LANÇADO NO KILAMBA

Primeiro carro angolano de marca Pegado, foi lançado hoje, na cidade do Kilamba.

O carro é de marca Pedago e de modelo Macocolo, para além deste, o grupo BMP tem mais doze modelos da mesma marca, que brevemente será apresentado ao país.

O empresário fez um investimento de cerca de cinco milhões de dólares, e vai gerar acima de cem postos de emprego directos e indirectos.

A viatura hoje apresentada está no valor de Quatro milhões, novecentos e cinquenta mil kwanzas (4.950.000.000) para caixa manual e Cinco milhões e duzentos e cinquenta mil kwanzas (5.250.000.000) para o carro automático.

O jovem angolano Bruno Pegado, realizou o sonho que persegue a 14 anos.

Morreu o músico “Pop Show” dos Afra Sound Stars

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Morreu hoje as 12h, vítima de doença, o guitarrista, membro fundador do Afra Sound Stars. POP SHOW morreu… mais pobre fica a nossa música angolana.

De nome próprio Manuel Miguel, Pop Show nasceu no município de Quimbele, província do Uíge. O dom de cantar relevou-se muito cedo e aos 11 anos, já tocava alguns instrumentos, embora contra a vontade dos pais.

Surgido no mercado na década de 70, os Afra Sound Stars aparecem depois da extinção do grupo Liberdade África, um conjunto criado em 1976 por Pop Show e integrado por jovens que na altura faziam parte das fileiras da Organização do Pioneiro Angolano (OPA). Residentes na Bélgica. O grupo partiu em 1988 para o Brasil de onde iniciou um périplo pelo mundo, para produzir e divulgar a música angolana.

Constituído por Pop Show, guitarra e voz, Hagaha, teclado, Tubarão, bateria, Gato Bedeseyel, percussão, Groove, igualmente percussão, e Sheriff, viola baixo, O grupo só começou, no entanto, a fazer furor no mercado a partir da década dos anos 80 com temas como “Kimbele”, “Mano António”, “Menina chora” e “Mulata”.

Com três cd´s no mercado, os Afra Sound Stars tiveram passagem pelo Brasil, São Tomé e Príncipe, Portugal e Bélgica, depois de terem deixado o país em 1988.

Parlamento britânico fecha conta no TikTok

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O parlamento britânico fechou permanentemente a sua conta na rede social TikTok, esta quarta-feira. O encerramento acontece porque vários deputados chamaram à atenção para os riscos da empresa passar dados para o governo chinês. 

Numa carta partilhada nas redes sociais, sabe-se que vários parlamentares escreveram aos líderes da Câmara dos Comuns e dos Lordes, na semana passada, para pedir que a conta da rede social fosse eliminada  estando “surpresos e desapontados” por ter sido lançada depois de “relatos recentes deixarem claro que no TikTok dados são frequentemente transferidos para a China”. 

O principal autor da carta, o deputado conservador Nus Ghani, partilhou a correspondência com o líder da Câmara dos Comuns, que explica que, apesar de serem questionados pelo comité de seleção de negócios, os executivos do TikTok “não conseguiram tranquilizar os parlamentares de que a empresa poderia impedir a transferência de dados” para o seu país de origem, a China. 

A carta, também foi assinada pelo ex-candidato à liderança do partido Tom Tugendhadt e pelo ex-líder conservador Sir Iain Duncan Smith, entre outros. Acrescentavam: “A perspectiva do governo de Xi Jinping ter acesso a dados pessoais nos telefones dos nossos filhos deve ser motivo de grande preocupação”. 

Em resposta, Sir Lindsay Hoyle e Lord McFall representantes de ambas as câmaras dizem que a conta de TikTok era “uma tentativa de se envolverem com o público mais jovem – que nem sempre é ativo nas nossas plataformas de redes social existentes – em relação ao trabalho do parlamento”. Porém, “não foram consultados sobre os planos para este projeto piloto” e por isso “decidimos que a conta deve ser encerrada com efeito imediato”. 

O responsável pela reclamação, Nus Ghani, disse na rede social Twitter que: “O bom senso prevalece”.