Aumenta o número de crimes contra mulheres na África do Sul

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O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, rotulou, ontem, de “actos desumanos” os feminicídios que, segundo a Polícia, aumentaram em flecha, desde a atenuação do confinamento que decretou no país, noticiou a AFP.

Um dos mais terríveis feminicídios foi feito contra uma mulher grávida de oito meses, cujo corpo foi encontrado esventrado e pendurado numa arvore, há uma semana, em Roodepoort, um subúrbio de Joanesburgo. Sexta-feira, 12, foi mais uma vez encontrado um corpo de uma mulher enterrado em baixo de arbustos, no Soweto, tendo a Polícia de-nunciado vários outros casos, nos últimos dias.

A África do Sul consta dos países com uma taxa elevada de violência doméstica do mundo. Uma mulher é assassinada de três em três horas, segundo as estatísticas da Polícia, das quais 51 por cento por homens com os quais tem relações de proximidade. Essa taxa é, em mé-dia, cinco vezes mais elevada do que a média mundial.

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