A primeira centralidade do país o Kilamba, está envolvida, num grande MISTÉRIO espiritual. Com cerca de 82 mil apartamentos em 710 edifícios, comercializados a partir de 2011, abrangendo tipologias T3 e T5, visando suprir a carência habitacional principalmente para a camada mais jovem da sociedade.
Ora vejamos o que ninguém diz ou o que ninguém sabe, ou tentam fingir, antes do início da construção deste mega projecto habitacional, pela CITIC que perdeu durante a mesma construção muitos trabalhadores angolanos e chineses que morreram por causa de vários acidentes de trabalho registados, já existia neste espaço, o cordão umbilical de muitos camponeses que faziam do espaço através da produção agrícola, durante anos o seu ganha pão e sustento e será que foram devidamente compensados “indenizadas”?
Uma questão que fica no ar! e que gera até hoje o lamento e lágrimas diárias, nos corações de quem perdeu o seu espaço, para o surgimento do Kilamba, demonstrando na pratica o KARMA, de quem lá vive e reportam de forma triste os factos que acontecem na comunidade do Kilamba e podemos citar:
Número elevado de divórcios, consumo excessivo de álcool, drogas, prostituição, relações extraconjugais, acidentes de viação fatais, suicidios resultantes de depressão.
E em tom de brincadeira, um kamba disse-me, que a solução passaria apenas pelo “exorcismo” um ritual religioso, enraizado em várias culturas, para expulsar espíritos malignos ou demônios de uma pessoa, lugar ou objeto.
Mas atenção! o que ainda tem salvado a comunidade do Kilamba, são as orações dos crentes que nela vivem senão o cenário seria “sangrento” mais tenebroso, por conta de uma tal PRAGA, deixada pelas donas e donos dos terrenos que foram construídos estes edifícios lindos e muito invejados por quem não conseguiu um kubico no Kilamba e que agora através do tal trespasse ilegal, reafirmo ilegal, já está a rondar os 45 milhões e tal de kwanzas angolanos.
Mas quem por cá vive não adianta viver com medo, porque há uma solução que não falha. Orai e vigiai, Mateu 26:41.
Por: Almeida Marques
Fevereiro 2026
















