Foi possível identificar três coisas que mudaram nos Palancas Negras. Há sinais positivos na caminhada da selecção nacional sob o comando de Aliou Cissé. Primeiro, a equipa demonstra maior confiança e organização. Segundo, começa a revelar uma identidade de jogo, com espírito colectivo e maior compromisso táctico. Terceiro, os jogadores que saem do banco também têm dado conta do recado, mostrando que a força do grupo pode fazer a diferença.

Considero, porém, que o caminho continua a exigir trabalho. É preciso corrigir erros, melhorar a eficácia e manter a regularidade competitiva. As perspectivas de qualificação dependem da capacidade de transformar estes sinais de evolução em resultados consistentes.
A escolha de Aliou Cissé começa a dar sinais encorajadores, mas ainda não está nada ganho. Por outro lado, a FAF precisa de continuar a trabalhar, com ambição e foco em cada jogo, para que nada falte ao grupo de trabalho.
Por: Luís Caetano
















