Mais de 170 Mil Casas Estarão Disponíveis No País

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A Ministra do Urbanismo e Habitação, Branca do Espírito Santo, anunciou que, no quadro do Programa Nacional de Urbanismo e Habitação (PNUH), está já em conclusão a construção de mais de 170 mil casas sociais em todo o país, materializando, assim, o compromisso assumido pelo Executivo, de forma clara e inequívoca, na componente da habitação social como sua responsabilidade.

Branca do Espírito Santo procedeu um balanço das actividades desenvolvidas pelo Ministério do Urbanismo e Habitação e institutos por si tutelados em 2016, em cerimónia presenciada pelos secretários de Estado do Urbanismo e da Habitação, respectivamente Nhanga Kalunga de Assunção e Joaquim Silvestre, tendo considerado de positivas as realizações.

Assim, a ministra disse que temos 62.415 habitações construídas pela IMOGESTIN, 16.577 pela Kora Angola, 10.480 construídas no quadro dos “200 fogos” por municípios e 88.698 habitações pela promoção pública privada, privada e cooperativa.

A governante falou da cedência de mais de 104.000 lotes de terrenos para a autoconstrução dirigida e garantiu que 15.756 cidadãos angolanos conseguiram empregos, na sequência da execução destas habitações, e não só.

Na sua intervenção, Branca do Espírito Santo explicou que das 15 centralidades iniciadas, sob gestão da Imogestin, foram concluídas sete e estão em curso oito nas províncias de Luanda, Cabinda, Benguela, Bengo, Lunda Norte, Namibe e Huila.

“Das oito centralidades iniciadas pela KORA, nas províncias do Uíge, Cuanza Sul, Huambo, Bié e Moxico, foram concluídas três e estão em curso cinco”, referiu a ministra, para quem estão em fase de comercialização as centralidades do Lossambo (Huambo), do Dundo (Lunda Norte) e do Chibodo 1 (Cabinda).

A governante informou que estão em curso e em fase avançada, as obras de infraestruturas externas das centralidades de Benguela (Catumbela, Lobito e Baia Farta), da Huila (Quilemba), de Luanda (Zango Zero e Zango 5 – 8.000), do Namibe (5 de Abril e Praia Amélia) e Capari (no Bengo), sob gestão da Imogestin, do Uíge (Quilomoço), do Cuanza Sul (Sumbe), do Bié (Cuito), do Huambo (Caála e Bailundo) e do Moxico (Luena), sob responsabilidade da KORA Angola.

Para si, as centralidades do Kilamba e do Sequele (Luanda), que já são uma sólida realidade, com as habitações totalmente ocupadas, e todas as centralidades em construção pelo país demonstram ser uma opção acertada e feliz, na senda das realizações em curso.

Anunciou ainda que no domínio da Habitação, foram elaborados e aguardam pela aprovação final, um conjunto de instrumentos legais para facilitar o acesso do cidadão ao crédito habitacional e a normalização dos procedimentos por parte de quem busca a oportunidade de ter a casa própria.

“São instrumentos cujo surgimento acompanham a dinâmica do sector da Habitação que vê crescer, de forma acelerada, a oferta de habitação no nosso país, apesar de ainda registar défices assinaláveis neste domínio”, aferiu.

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