Detenções de africanos na fronteira dos EUA com México aumentam

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African migrants are transferred to a detention centre after being detained in Zawiya, northern Libya June 1, 2014. Libya's southwestern tip in the Sahara bordering Algeria and Niger has turned into an open door for illegal migrants from sub-Saharan countries heading for Europe, with the chaotic government in Tripoli appearing to have abandoned all control. The revolt that overthrew Libyan leader Muammar Gaddafi three years ago emptied Libya's arsenals, flooded the region with guns and dismantled much of the state apparatus, giving well-organised smuggler networks the run of the border. Border officials say up to 200 Africans cross the Ghat border strip every day, most headed north to the Mediterranean coast for the onward trip to Europe by boat. Picture taken June 1, 2014. REUTERS/Ahmed Jadallah (LIBYA - Tags: SOCIETY POLITICS IMMIGRATION) ATTENTION EDITORS: PICTURE 18 OF 31 FOR PACKAGE 'MIGRANT FLIGHT THROUGH LIBYA' TO FIND ALL IMAGES SEARCH 'JADALLAH GHAT' - RTR3U7SM

O número de imigrantes africanos detidos na fronteira sul dos Estados Unidos aumentou, de um total de menos de cem no ano passado para mais de 600 nas últimas semanas.

O grupo de africanos detidos é parte de uma pequena mas crescente proporção de imigrantes de países que não incluem o México nem a América Central e que atravessa a fronteira sul sem autorização.

Em Maio deste ano foram identificados cidadãos angolanos, entre os imigrantes detidos.

Raul Ortiz, chefe da Agência de Protecção de Fronteiras e Alfândegas no sector Del Rio, disse à VOA que “provavelmente nos últimos três ou quatro meses viu-se um aumento de pessoas do continente africano”, o que representa uma “terrível preocupação” para a agência.

Embora a maioria das pessoas detidas pela patrulha de fronteira americana seja do México, El Salvador, Guatemala e Honduras, imigrantes fora dessas áreas constituem 4.3% do total de 303,916 detenções no ano fiscal de 2017 e 6.8% do total de 593,507 das detenções até agora no ano de 2019, segundo dados do governo americano.

A Agência de Protecção de Fronteiras e Alfândegas diz que o primeiro grupo detido entrou nos Estados Unidos a 30 de Maio. Dos 116 que entraram 80 são da República Dem. do Congo, 35 de Angola e uma pessoa é dos Camarões.

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